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Os filhos
Será que ser mãe é um desejo de todas as mulheres? Quais os principais fatores que condicionam as mulheres na sua experiência da maternidade? Será que há mães “arrependidas”?
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Os filhos

Sabia que 53% das mulheres inquiridas têm fihos/as e que 1/4 das mães em idade fértil declara ter menos filhos do que gostaria de ter?

Filhos e intenção de os ter (por faixas etárias e total)

 

Mulheres de 18 a 49 anos (em idade fértil)
(76%=100%)

 

Mulheres de 50 a 64 anos
(24%=100%)

 

Total (100%=100%)

 
Motivos pelos quais as mulheres não têm o número de filhos que queriam ter
 

Uma em cada quatro mulheres em idade fértil (dos 18 aos 49 anos) e com filhos, declara que tem menos filhos do que queria ter.

O principal motivo referido para não ter o número de filhos desejado é “porque a situação económica não lhes permite”. O segundo aspeto indicado é “porque nunca encontravam o momento adequado e agora já é tarde”.

Grau de centralidade da maternidade
 

 

Total de mulheres (100%=100%)

 
 
Grau de realização com a maternidade
 

Mulheres que têm filhos (53%=100%)

 
Conclusões

Nem todas as mulheres querem ser mães: 9% referem que nunca quiseram ter descendência. E não é uma questão de idade, uma vez que a percentagem de mulheres que não querem ser mães é praticamente a mesma independentemente de estarem em idade fértil ou não.

Ter filhos não é nenhuma garantia para a mulher se sentir feliz com a sua vida.
Entre as mulheres que foram mães, os filhos são a «faceta» da vida que ocupa a primeira posição no seu ranking de felicidade. No entanto, a felicidade que experimentam com a maternidade está muito pouco relacionada com quão felizes se sentem nos restantes aspetos da vida. Por conseguinte, os filhos têm pouca influência para as mulheres se sentirem felizes ou infelizes com a sua vida em geral.

Com este inquérito a equipa de investigação tentou perceber o grau de realização das mulheres com a maternidade, em Portugal. 18% das mães declararam que a maternidade não foi o que esperavam. De entre estas, 13% afirmaram que voltariam a ter filhos, apesar de não se sentirem felizes por serem mães, se tivessem tido acesso a todas as informações das quais dispõem hoje antes de terem tido descendentes. A estas mulheres, que definimos como «mães não realizadas», juntam-se as que não teriam tido filhos caso tivessem sabido o que as esperaria, tendo sido, por isso, catalogadas de «mães arrependidas» (5%).
Finalmente, 82% das mães podem ser descritas como «realizadas», uma vez que voltariam a ter os seus filhos e estão felizes com a maternidade.

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