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Os Incêndios Florestais em Portugal

Nº 108 | janeiro 2021

António Bento-Gonçalves 

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Sinopse

O que fazer quando tudo, ou quase, arde? Portugal apresenta, todos os anos, extensas áreas ardidas e uma das mais elevadas taxas de ignições a nível mundial, num contexto de acréscimo tendencial do número, da dimensão e da capacidade destruidora dos «grandes incêndios». Sabia que, entre 1961 e 2019, morreram vítimas dos incêndios florestais pelo menos 257 pessoas (65 bombeiros, sete especialistas estrangeiros, 25 militares, quatro funcionários florestais e 156 outros cidadãos)? No actual cenário de mudanças climáticas e num país sem grande cultura de autoprotecção, onde, ao contrário da sabedoria popular, se continua a remediar em vez de prevenir, este livro visa contribuir para a divulgação do conhecimento na área dos incêndios florestais. É um alerta muito claro para um flagelo que, sem clara mudança de paradigma, apenas poderá piorar.

Autoria

Coordenação e autoria

  • António Bento-Gonçalves 
    Professor do Departamento de Geografia (UMinho) e Investigador do CECS (Centro de Estudos em Comunicação e Sociedade), sendo atualmente Director da Licenciatura em Proteção Civil e Gestão do Território (UMinho) e Presidente da Associação Portuguesa de Geógrafos (APG). A sua actividade científica centra-se nos incêndios florestais, riscos naturais e processos erosivos.

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