Excerto
Política e Sociedade - Economia e Políticas Económicas

Portugal e o Mar

Nº 14 | abril 2011

Tiago Pitta e Cunha

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Sinopse

No Estado Novo, o mar foi um factor essencial ao seu desígnio político primordial: a manutenção do império ultramarino. Depois de afastado esse desígnio, com o 25 de Abril e com a adesão europeia, o mar foi dispensado das grandes opções políticas e económicas nacionais. Por isso, ainda hoje somos marcados pela ideia de que o mar é sinónimo de «passado» e, assim, continuamos a virar-lhe as costas. Ora, a par da língua, o mar é um dos maiores activos que Portugal possui. Projectado sobre o oceano e prolongando-se nos seus arquipélagos atlânticos, Portugal dispõe da maior região marítima da União Europeia. O «mar português» é, aliás, dos mais vastos do mundo. É tempo de sabermos conjugar a economia com a nossa geografia e aproveitar os seus recursos. Através deste ensaio, procura-se evidenciar o potencial do mar para a nossa economia, dando um contributo para uma visão estratégia que os portugueses devem ter quanto ao seu futuro. Uma edição FFMS e Relógio d'Água. Edição de 2011

Autoria

Coordenação e autoria

  • Tiago Pitta e Cunha
    Nas duas últimas décadas, Tiago Pitta e Cunha tem trabalhado na área das políticas do oceano, enquanto legislador nas Nações Unidas, no Governo de Portugal e na Comissão Europeia, e é também consultor independente. Tem advogado a importância estratégica dos assuntos marítimos tanto para Portugal como para a Europa, em Lisboa e em Bruxelas. É actualmente administrador executivo da Fundação Oceano Azul. Foi conselheiro do Presidente da República para assuntos de ambiente, ciência e mar.

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