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Portugal: Paisagem Rural

Nº 70 | janeiro 2017

Henrique Pereira dos Santos

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Sinopse

Partindo das paisagens rurais portuguesas da transição entre os séculos XIX e XX, descrevem-se neste ensaio as alterações ao longo do século XX, acompanhando a passagem das economias orgânicas fechadas para as economias abertas que caracterizam a agricultura comercial. Tendo como conceito central que em economias fechadas a alimentação não é uma escolha mas uma consequência do que é possível produzir, acompanham-se aqui as alterações da dieta e das produções como forças motrizes da evolução da paisagem. Avalia-se, em cada momento do livro, a forma como a gestão das restantes forças motrizes da construção de paisagens humanizadas - a água, a fertilidade e o trabalho - se liga com a alimentação e se altera em função de evoluções tecnológicas, em especial da descoberta da produção de azoto a baixo custo e da mecanização, de forma a desintegrar o vínculo essencial entre produção agrícola e produção animal, que caracteriza as economias orgânicas fechadas. Complementarmente, refere-se a forma como as alterações de paisagem se pode reflectir nas dinâmicas das populações selvagens, usando como exemplo a evolução da população de lobos.

Autoria

Coordenação e autoria

  • Henrique Pereira dos Santos
    Henrique Pereira dos Santos é casado e pai de quatro filhos. Trabalhou em áreas protegidas e conservação da natureza durante mais de 30 anos, incluindo no ordenamento e gestão de áreas protegidas e na Rede Natura 2000. Tem estudado a evolução da paisagem rural de Portugal continental no século XX ea sua relação com a dinâmica da biodiversidade. Publicou os livros “Do tempo e da paisagem” e “O gosto de Sicó”.

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