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FFMS: Lista de Cronologias
23
Novembro
2022
Desmantelada mais uma rede de exploração de trabalho escravo de 35 imigrantes no Baixo Alentejo, havendo a reportar práticas de violência física e psicológica.
15
Novembro
2022
A população mundial atinge os oito mil milhões de habitantes.
01
Outubro
2022
Segundo dados do INE, quase 14% dos nascimentos são de mãe estrangeira, a maior percentagem de sempre na taxa nacional de natalidade.
01
Setembro
2022
O SEF investiga quase cem trabalhadores ilegais que terão vindo ilegalmente de Timor-Leste e que se encontram em grande fragilidade habitacional e social, à semelhança de milhares de asiáticos em Lisboa e no Alentejo. O Governo conseguirá alojar centenas de timorenses em outubro. São descobertos grupos violentos de artes marciais a angariar estes imigrantes.
01
Agosto
2022
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) investiga juntas de freguesia de Lisboa onde se suspeita haver auxílio à imigração ilegal, com a emissão de atestados de residência em grande número em algumas moradas. Há prédios em Lisboa onde dizem viver 1400 imigrantes.
01
Julho
2022
Entre janeiro e julho, o número de óbitos mantém-se muito elevado, com mais de dez mil mortes por mês, só comparável com as duas vagas da pneumónica após a I Guerra Mundial.
02
Março
2022
A ONU reporta que mais de um milhão de refugiados abandonaram a Ucrânia, e o Tribunal Penal Internacional inicia uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos pela Rússia na Ucrânia.
19
Abril
2021
Tem lugar o Censos 2021, com informação recolhida junto da população local pelo INE, através do portal censos2021.ine.pt, por telefone, junto do e-balcão, nas juntas de freguesia ou por autopreenchimento dos questionários em papel, entregues pelos recenseadores. As principais rubricas surgem agregadas em População, Famílias, Escolaridade e Emprego, Território e Habitação.
04
Dezembro
2020
O número de casos de infeção confirmada por COVID-19 ultrapassa os 65 milhões em todo o mundo, com o número global de mortos a exceder já 1,5 milhões. Na última semana, morreram mais de 10 000 pessoas por dia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a pandemia já causou mais mortes em 2020 do que a tuberculose em 2019, bem como quatro vezes mais mortes do que a malária.
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João Guerreiro
Presidente da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), entre 2020 e 2025. Anteriormente, presidia à Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES).
Professor emérito da Universidade do Algarve, da qual foi também reitor, entre 2006 e 2013.
Integrou a Comissão Permanente do Conselho dos Reitores das Universidades Portuguesas e presidiu à Associação das Universidades de Língua Portuguesa.
Foi também presidente da Comissão de Coordenação da Região do Algarve (1996-2003) e do Programa Operacional do Algarve – PROA.
Licenciado em Geografia pela Universidade de Lisboa, mestre em Ordenamento Rural e Ambiente, doutor em Ciências Económicas e agregado em Economia Regional pela Universidade do Algarve.
Última atualização: outubro de 2025
Professor emérito da Universidade do Algarve, da qual foi também reitor, entre 2006 e 2013.
Integrou a Comissão Permanente do Conselho dos Reitores das Universidades Portuguesas e presidiu à Associação das Universidades de Língua Portuguesa.
Foi também presidente da Comissão de Coordenação da Região do Algarve (1996-2003) e do Programa Operacional do Algarve – PROA.
Licenciado em Geografia pela Universidade de Lisboa, mestre em Ordenamento Rural e Ambiente, doutor em Ciências Económicas e agregado em Economia Regional pela Universidade do Algarve.
Última atualização: outubro de 2025
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Nelson Dias
Coordenador e fundador da Rede de Autarquias Participativas.
É consultor para a conceção, implementação e avaliação de processos participativos, trabalhando com mais de três dezenas de autarquias, com os Governos de Portugal, Brasil e Cabo Verde, com as Nações Unidas e com o Banco Mundial. É também consultor do Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. para a elaboração das Linhas Estratégicas para a Promoção da Participação Jovem em Portugal.
É docente convidado da Escola Superior de Educação de Coimbra, desde 2009.
Licenciado em Sociologia e mestre em Planeamento e Avaliação de Processos de Desenvolvimento, ambos pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
Última atualização: setembro de 2025
É consultor para a conceção, implementação e avaliação de processos participativos, trabalhando com mais de três dezenas de autarquias, com os Governos de Portugal, Brasil e Cabo Verde, com as Nações Unidas e com o Banco Mundial. É também consultor do Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. para a elaboração das Linhas Estratégicas para a Promoção da Participação Jovem em Portugal.
É docente convidado da Escola Superior de Educação de Coimbra, desde 2009.
Licenciado em Sociologia e mestre em Planeamento e Avaliação de Processos de Desenvolvimento, ambos pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
Última atualização: setembro de 2025
Rogério Copeto.png
Rogério Copeto
Coronel da GNR, é inspetor adjunto na Inspeção da Guarda, com experiência em funções de comando, formação, e gestão estratégica.
É especializado em segurança pública e liderança organizacional,
Licenciado em «Ciências Militares - Segurança», é mestre em «Direito e Segurança» e pós-graduado «Estudos Avançados de Direito e Segurança» pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Concluiu vários cursos militares e civis, entre eles: o Curso de Formação de Oficial da Reserva Naval da Classe Fuzileiro e o Curso de Promoção a Capitão.
É autor de diversos trabalhos de investigação e artigos de opinião,
Foi professor em vários estabelecimentos de ensino militares e civis, nomeadamente a Academia Militar, e orientou e arguiu várias teses de mestrado.
Última atualização: agosto de 2025
É especializado em segurança pública e liderança organizacional,
Licenciado em «Ciências Militares - Segurança», é mestre em «Direito e Segurança» e pós-graduado «Estudos Avançados de Direito e Segurança» pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Concluiu vários cursos militares e civis, entre eles: o Curso de Formação de Oficial da Reserva Naval da Classe Fuzileiro e o Curso de Promoção a Capitão.
É autor de diversos trabalhos de investigação e artigos de opinião,
Foi professor em vários estabelecimentos de ensino militares e civis, nomeadamente a Academia Militar, e orientou e arguiu várias teses de mestrado.
Última atualização: agosto de 2025
Alexandra Lopes.png
Alexandra Lopes
Professora agregada no departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Doutorada pela London School of Economics, na especialidade «Social Policy», é especialista em estudos sobre o envelhecimento.
Os seus interesses de investigação passam por: gestão das dependências e os sistemas de cuidados em Portugal, desigualdades e pobreza entre a população mais velha, entre outros.
É coordenadora nacional do projeto «LET'sCARE - Learning From Long-term Care Practices For European Care Strategy», pensado para ajudar à concretização da Estratégia Europeia para o Setor dos Cuidados.
É autora de várias publicações, nacionais e internacionais. Trabalha com a Comissão Europeia como especialista para as áreas da inclusão social de populações vulneráveis e colabora regularmente com o Observatório Social da Fundação La Caixa.
Última atualização: agosto de 2025
Doutorada pela London School of Economics, na especialidade «Social Policy», é especialista em estudos sobre o envelhecimento.
Os seus interesses de investigação passam por: gestão das dependências e os sistemas de cuidados em Portugal, desigualdades e pobreza entre a população mais velha, entre outros.
É coordenadora nacional do projeto «LET'sCARE - Learning From Long-term Care Practices For European Care Strategy», pensado para ajudar à concretização da Estratégia Europeia para o Setor dos Cuidados.
É autora de várias publicações, nacionais e internacionais. Trabalha com a Comissão Europeia como especialista para as áreas da inclusão social de populações vulneráveis e colabora regularmente com o Observatório Social da Fundação La Caixa.
Última atualização: agosto de 2025
Rui Araújo.png
Rui Araújo
Jornalista, colaborador ocasional da revista «Luzes» (A Coruña) e de «FronteraD» (Madrid).
Trabalhou para a RTP, para o jornal «Expresso», «CBS News» e TVI, entre outros. Foi cofundador da revista «Grande Reportagem».
Foi o primeiro repórter português a entrar em Timor após a invasão indonésia. Fez a cobertura de conflitos (Bósnia, Ruanda, Líbia, Síria, RCA, etc.). Foi ainda o primeiro português admitido na «Nieman Foundation for Journalism» (Harvard University).
Em 1997, integrou o grupo fundador do «International Consortium of Investigative Journalists» (ICIJ). Foi provedor dos leitores do jornal «Público».
É autor de livros de não-ficção (espionagem e guerra), coautor de dois outros (incluindo um sobre corrupção, publicado nos EUA) e autor de quatro romances policiais. Tem um blogue sobre o cavaleiro tauromáquico José Bento de Araújo, seu tetravô, que atuou nas praças de Portugal, Espanha, França e Brasil nos séculos XIX e XX.
Última atualização: agosto de 2025
Trabalhou para a RTP, para o jornal «Expresso», «CBS News» e TVI, entre outros. Foi cofundador da revista «Grande Reportagem».
Foi o primeiro repórter português a entrar em Timor após a invasão indonésia. Fez a cobertura de conflitos (Bósnia, Ruanda, Líbia, Síria, RCA, etc.). Foi ainda o primeiro português admitido na «Nieman Foundation for Journalism» (Harvard University).
Em 1997, integrou o grupo fundador do «International Consortium of Investigative Journalists» (ICIJ). Foi provedor dos leitores do jornal «Público».
É autor de livros de não-ficção (espionagem e guerra), coautor de dois outros (incluindo um sobre corrupção, publicado nos EUA) e autor de quatro romances policiais. Tem um blogue sobre o cavaleiro tauromáquico José Bento de Araújo, seu tetravô, que atuou nas praças de Portugal, Espanha, França e Brasil nos séculos XIX e XX.
Última atualização: agosto de 2025
Fernando Correia de Oliveira.png
Fernando Correia de Oliveira
É jornalista desde 1974, tendo passado pela Agência Lusa, pelo jornal «Público e pela Agência Noticiosa Portuguesa (ANOP), entre outros.
Foi o primeiro correspondente português em Pequim (1988-1990) e é freelancer desde 2002.
É mestre em História e Filosofia das Ciências pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, com a dissertação «A introdução do relógio mecânico em Portugal». Investiga, divulga e publica há mais de três décadas sobre temas ligados à horologia.
Voluntário no Arquivo Ephemera, coordena os seus núcleos do Tempo e da Gastronomia.
Última atualização: agosto de 2025
Foi o primeiro correspondente português em Pequim (1988-1990) e é freelancer desde 2002.
É mestre em História e Filosofia das Ciências pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, com a dissertação «A introdução do relógio mecânico em Portugal». Investiga, divulga e publica há mais de três décadas sobre temas ligados à horologia.
Voluntário no Arquivo Ephemera, coordena os seus núcleos do Tempo e da Gastronomia.
Última atualização: agosto de 2025
João Carlos Mota.png
José Carlos Mota
Professor auxiliar do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e Territoriais da Universidade de Aveiro e investigador do GOVCOPP.
Coordena o Laboratório de Planeamento de Políticas Públicas, um grupo de investigação com estudantes de mestrado e doutoramento da Universidade de Aveiro, que teve a distinção Prémio Cooperação da Universidade de Aveiro em 2023.
Tem estado envolvido em vários projetos de investigação nacionais e internacionais sobre planeamento participativo de base territorial. Tem dinamizado vários movimentos e iniciativas cívicas em prol das cidades e da cidadania.
É autor de diversas publicações nacionais e internacionais sobre o tema da participação e das cidades.
Mestre em Planeamento e Projeto em Ambiente Urbano pela Universidade do Porto e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de Aveiro.
Última atualização: agosto de 2025
Coordena o Laboratório de Planeamento de Políticas Públicas, um grupo de investigação com estudantes de mestrado e doutoramento da Universidade de Aveiro, que teve a distinção Prémio Cooperação da Universidade de Aveiro em 2023.
Tem estado envolvido em vários projetos de investigação nacionais e internacionais sobre planeamento participativo de base territorial. Tem dinamizado vários movimentos e iniciativas cívicas em prol das cidades e da cidadania.
É autor de diversas publicações nacionais e internacionais sobre o tema da participação e das cidades.
Mestre em Planeamento e Projeto em Ambiente Urbano pela Universidade do Porto e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de Aveiro.
Última atualização: agosto de 2025
Andreia Fidalgo.png
Andreia Fidalgo
Historiadora, professora auxiliar convidada na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais e na Faculdade de Economia da Universidade do Algarve. É investigadora do Centro de Estudos Globais da Universidade Aberta (CEG-UAb) e investigadora colaboradora do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa (CIES-Iscte). Desenvolveu, muito recentemente, um trabalho de investigação sobre o Seminário de São José da Diocese do Algarve (no prelo) e integra, como investigadora, a equipa do projecto «CONVENTUS: Novos olhares sobre o edifício do antigo convento de São José, em Lagoa», coordenado pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES-UC).
Doutorada em História pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, no âmbito do PIUDHist: Programa Interuniversitário de Doutoramento em História, que frequentou com bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). A sua tese de doutoramento, sob o título «A Restauração do Reino do Algarve: reformismo económico nos finais do Antigo Regime», foi vencedora do Prémio «Pina Manique, Do Iluminismo à Revolução Liberal», da Academia Portuguesa da História, para melhor tese de doutoramento (2022).
Última atualização: maio de 2025
Doutorada em História pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, no âmbito do PIUDHist: Programa Interuniversitário de Doutoramento em História, que frequentou com bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). A sua tese de doutoramento, sob o título «A Restauração do Reino do Algarve: reformismo económico nos finais do Antigo Regime», foi vencedora do Prémio «Pina Manique, Do Iluminismo à Revolução Liberal», da Academia Portuguesa da História, para melhor tese de doutoramento (2022).
Última atualização: maio de 2025
Margarida Relvão Calmeiro.png
Margarida Relvão Calmeiro
Licenciada em Arquitetura (2005) e doutorada em Teoria e História da Arquitetura pela Universidade de Coimbra (2015), é arquiteta e investigadora no Itecons-Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade.
É ainda professora auxiliar convidada da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Desenvolve investigação sobre História do urbanismo e do planeamento urbano no território português e sobre o Património e a Reabilitação Urbana no contexto do Desenvolvimento Sustentável e da Circularidade.
Última atualização: maio de 2025
É ainda professora auxiliar convidada da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Desenvolve investigação sobre História do urbanismo e do planeamento urbano no território português e sobre o Património e a Reabilitação Urbana no contexto do Desenvolvimento Sustentável e da Circularidade.
Última atualização: maio de 2025
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