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Desigualdade de Rendimento e Pobreza em Portugal

Como tem evoluído a desigualdade em Portugal? Quão grave é a pobreza no país? Qual foi o impacto das políticas de austeridade sobre os rendimentos das famílias? Encontre as respostas a questões indispensáveis para a compreensão da realidade portuguesa, com os dados do estudo “Desigualdade do Rendimento e Pobreza em Portugal”.
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Desigualdade de Rendimento e Pobreza em Portugal

Conheça as principais alterações ocorridas na distribuição do rendimento e nas condições de vida dos portugueses durante o período de ajustamento, com os números mais recentes do Instituto Nacional de Estatística sobre os principais indicadores de desigualdade, pobreza e exclusão social em Portugal. 

  • Quais as consequências da crise económica nos rendimentos dos diferentes grupos da população? Verificou-se um empobrecimento da classe média em particular ou uma redução generalizada dos rendimentos familiares?
  • Qual o impacto das políticas de austeridade sobre os rendimentos familiares nos diferentes escalões? Terão os mais pobres sido efetivamente poupados a uma redução dos seus rendimentos? As famílias com maiores rendimentos foram as mais penalizadas pelas políticas adotadas?
  • Quais os efeitos, sobre os diferentes grupos sociais, das medidas aplicadas pelas políticas sociais? Terão estas afetado significativamente as condições de vida das famílias mais pobres?
  • Quais as consequências do agravamento do desemprego e das mudanças introduzidas na legislação laboral na distribuição dos salários? O que mudou na desigualdade salarial?
  • Como caracterizar a realidade portuguesa quando comparada com a dos restantes países da União Europeia, especialmente os da Zona Euro? Será Portugal mais ou menos desigual que os seus parceiros europeus?

Debruçando-se sobre: 

  • a evolução dos rendimentos familiares e dos principais indicadores de desigualdade;
  • os principais indicadores de pobreza monetária;
  • os principais indicadores de privação material das famílias portuguesas;
  • o impacto das políticas redistributivas na redução da pobreza,

Com este estudo, a Fundação pretende fazer uma avaliação rigorosa das consequências sociais de uma das mais profundas crises que Portugal atravessou nas últimas décadas. E fazer uma análise das medidas implementadas pelas autoridades públicas para lhes fazer frente. 

Este estudo estudo permite pôr fim a dois mitos sobre o que se passou em Portugal entre 2009 e 2014. O primeiro é o de que as políticas de austeridade, como os cortes dos salários e das pensões, conseguiram isentar as famílias e os indivíduos mais pobres. O segundo, é o de que a crise foi particularmente sentida pela classe média. A realidade, infelizmente, é bem diferente.
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