Como a genética conta a nossa grande história humana
Como a genética conta a nossa grande história humana
Mês da Ciência e da Educação 2019

Como a genética conta a nossa grande história humana

22 outubro 2019
Mês da Ciência e da Educação 2019

Como a genética conta a nossa grande história humana

22 outubro 2019
*Entrada livre mediante pré-inscrição
Como a genética conta a nossa grande história humana

2019

22 outubro
18h00 - 19h30
Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
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Como a genética conta a nossa grande história humana

Hoje sabemos que houve encontros entre Homo sapiens e Neandertais, tal como ocorreram outros movimentos e misturas de populações antigas. As novas tecnologias têm permitido estudar os genomas antigos e conhecer melhor a história das populações humanas. Será esta uma «revolução do ADN antigo», como dizem?

Hoje é possível contar a nossa grande história como seres humanos com a ajuda da genética: sabemos que houve encontros entre Homo Sapiens e Neandertais, tal como ocorreram outros movimentos e misturas de populações antigas. A genética ajuda-nos a compreender o passado e o processo através do qual nos tornámos o que somos hoje. Os primeiros estudos de ADN antigo foram demorados e incompletos. Mas, a partir de 2010, um conjunto de novas tecnologias permitiu que esses estudos se tornassem rotineiros. Desde então, foram publicados milhares de genomas antigos, o que tem permitido conhecer cada vez melhor a história das populações humanas de todo o mundo. Os resultados são tão surpreendentes, que há quem fale de uma “revolução do ADN antigo”.

A sessão inclui a apresentação do livro 'Homem de Neandertal: Em busca dos genomas perdidos' (2019), de Svante Pääbo, uma edição da Gradiva em parceria com a Fundação.

Já a hora ia avançada, numa noite em 1996, tinha eu acabado de me recostar na cama quando o telefone tocou. Do outro lado estava Matthias Krings, um estudante de pós-graduação do meu laboratório no Instituto de Zoologia da Universidade de Munique. Tudo o que ele disse foi: ‘Não é humano’.

Svante Pääbo, no livro 'Homem de Neandertal: Em busca dos genomas perdidos', Gradiva, 2019.

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