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2018

Famílias deitam no lixo 1,5 quilos de comida por semana

Se cada família deitasse no lixo uma laranja por semana, ao fim de um ano seriam quatro quilos de laranjas desperdiçadas. Se os quatro milhões de famílias portuguesas fizessem o mesmo seriam quase 17 mil toneladas de laranjas ao fim de um ano. A perda rondaria os 25 mil euros e tudo só por causa de uma laranja. Só que as famílias estão longe de desperdiçar apenas uma peça de fruta por semana.

Os fogos, a lei e a economia

Se queremos uma gestão sensata do fogo, temos de alterar a doutrina de combate, temos de integrar o fogo em vez de o tentar suprimir, temos, acima de tudo, de ter a plena consciência de que nos cabe a nós, os beneficiários, pagar a gestão dos serviços de que queremos beneficiar.

"Quando as pessoas têm uma crença, não é o discurso racional nem os estudos científicos que vão demovê-las"

A meditação faz-se quando um homem quiser. Na “prateleira dos frescos do supermercado onde provavelmente adquiriu este livro”, escreve João Villalobos, 51 anos. Fixe o olhar numa “maçã Starking ou Golden”. “Semicerre os olhos e concentre-se na sua respiração. Inspire profundamente visualizando na sua mente o ar que entra pelo nariz. (...) Repita este exercício até se fartar ou ser expulso do lugar por estar a bloquear o acesso aos iogurtes.”

A luta das grávidas com cancro

Começou como uma conversa, tornou-se uma obsessão. De um desabafo feito por uma médica, nasceu uma reportagem para o Expresso sobre mulheres que enfrentaram o cancro durante a gravidez. A história ganhou nova vida com um trabalho na antena da SIC. E, cinco anos depois da primeira conversa, nasceu um livro, "Filhos da Quimio".

Pedro Strecht: «Algumas queixas de hiperatividade são sinais de boa vitalidade dos miúdos». Notícia da Notícias Magazine.

Hiperatividade e Défice de Atenção (ed. Fundação Francisco Manuel dos Santos) é o mais recente e reflete sobre a forma como estamos a viver a família, o trabalho, a escola e questiona se não estará aí a origem desta verdadeira epidemia que é o diagnóstico de hiperatividade e défice de atenção. Porque para resolver um problema é preciso percebê-lo.

Martin Rees: “Sou um optimista tecnológico mas um pessimista político”. Notícia do Público.

É um dos cientistas britânicos mais prestigiados no mundo. Aos 75 anos, o astrofísico Martin Rees, cuja área de investigação incluiu a formação de buracos negros e de galáxias ou o Big Bang, dedica-se agora a alertar para os perigos dos avanços científicos sem controlo e as ameaças ao planeta, como as alterações climáticas. Veio a Portugal para a conferência A Ciência no Século XXI: Oportunidades e Ameaças, organizada pela Fundação Francisco Manuel dos Santos no Porto.

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