Praça da Fundação 2019

Praça da Fundação 2019

São muitas as novidades que a Fundação traz à Feira do Livro de Lisboa, de 29 de Maio até 16 de Junho. Novos retratos e ensaios, grandes debates e a transmissão ao vivo de programas da RTP3, Tvi24 e das rádios Renascença e Antena 1. Veja o programa completo e conheça todas as promoções que pode encontrar na Praça da Fundação.

A programação da Praça da Fundação inclui as apresentações dos novos ensaios e retratos, mas também emissões ao vivo de programas da rádio Renascença, do Governo Sombra, da Grande Entrevista da RTP3 e do Contraditório da Antena 1. Há muitas ofertas e descontos. Conheça-os aqui:

 

  • Todos os dias há quatro livros com 50% de desconto. Veja aqui para saber que livros terão este desconto em cada dia
  • Por cada 10 € de compra, receba um ensaio à escolha (até ao n.º 78)
  • De segunda a quinta-feira, aproveite a Hora H. Entre as 21h às 22h, na compra de um livro, terá como oferta um ensaio à sua escolha entre os títulos 1 e 78*. (*Nos dias 29 e 30 de Maio não haverá Hora H. No dia 12 de Junho, a Hora H será das 23h às 00h).
  • Aproveite também a Feira do Livro online. Há mais de 150 publicações com 20% de desconto, portes gratuitos e possibilidade de pagamento por entidade e referência no Multibanco.

Programa

A jornalista Maria João Costa conta o que não pode perder dos autores e livros que serão apresentados na Feira do Livro de Lisboa.
O programa é gravado ao vivo e será emitido no dia seguinte (sexta-feira), depois das 23h, na Edição Especial da Renascença.

Das 20h00 às 22h30, Júlio Heitor conduz a emissão da Renascença em directo da Praça da Fundação. Na rúbrica “Disco Perdido”, às 20h00, António Jorge e um músico convidado recuperam as melhores memórias a partir de uma canção que não se ouvia há muito tempo e que será recordada com os seus protagonistas. Depois das 21h00, Luís Pinheiro de Almeida traz curiosidades e histórias nunca contadas sobre os Beatles. De seguida, nas Tertúlias, a nostalgia traz o melhor de tempos que marcaram as nossas vidas.

Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares, juntam-se a Carlos Vaz Marques para o irremodelável Governo Sombra. Desta vez, reúnem-se no Pavilhão Carlos Lopes, perto da Feira do Livro de Lisboa, para ler a actualidade, ao vivo, com sentido de humor.

Sessão no Pavilhão Carlos Lopes. Entrada livre, mediante lotação.

Vivemos nela, regemo-nos por ela, consideramo-la nossa e única. Afinal, o que é a Europa? Um continente, uma ideia, uma cultura? Quem está dentro e quem fica de fora?
No momento em que a Europa, real ou imaginária, se acomoda a um certo sonambulismo, este ensaio pensa as raízes mais persistentes da identidade e do futuro europeus. “A Europa não é um país estrangeiro” viaja pelos símbolos, palavras, factos e memórias do continente, do seu nome, fronteiras e geografia, história e conflito, à liberdade e prosperidade, ao imperialismo e à curiosa relação da Europa com a sua mais óbvia descendência, os EUA.

Os cidadãos portugueses decerto conhecem os símbolos visuais identificativos do seu país: a bandeira verde e vermelha carregada, na partição das duas cores, com o escudo das quinas e dos castelos sobreposto a uma esfera armilar. Mas como se chegou até aqui? Como é que, desde os longínquos tempos medievais, se formaram os sinais visuais identificativos da comunidade política portuguesa, ainda hoje perpetuados? E, sobretudo, como foram esses sinais compreendidos, apropriados e difundidos pelo poder político e pelos seus observadores?

Uma viagem com personalidades do mundo de política, da sociedade, das artes ou dos negócios. O jornalista da RTP Vítor Gonçalves faz as perguntas na Grande Entrevista, que é gravada na Feira do Livro de Lisboa.

Duas gerações em estúdio, entre as 16h e as 20h, para conversar sobre “assuntos importantes, de uma forma descomplexada e despretensiosa”. Óscar Daniel assume o espaço de reportagem.

Das 20h00 às 22h30, Júlio Heitor conduz a emissão da Renascença em directo da Praça da Fundação. Na rúbrica “Disco Perdido”, às 20h00, António Jorge e o cantor Miguel Gameiro recuperam as melhores memórias a partir de uma canção que não se ouvia há muito tempo e que saberá bem recordar ao vivo com os protagonistas.Depois das 21h00, Luís Pinheiro de Almeida traz curiosidades e histórias nunca contadas sobre os Beatles. De seguida, não perca as Tertúlias, em que a nostalgia traz o melhor de tempos e acontecimentos que marcaram as nossas vidas.

Viver com saúde e felicidade, por mais tempo e com maior qualidade de vida, é a aspiração principal de cada um de nós. Mas até que ponto deve cada cidadão ser responsabilizado pela protecção da sua saúde? Como podem as medidas de saúde pública garantir a componente preventiva de conservação da saúde, em condições de sustentabilidade e igualdade social? Estará Portugal preparado para responder de forma planeada e rápida a novos cenários de crise na saúde?

Somos a espécie animal mais inteligente que se conhece, produto de uma extraordinária evolução biológica com milhares de milhões de anos. Logo, não é de estranhar que hoje queiramos ultrapassar os nossos próprios limites, criando sistemas que reproduzam comportamentos inteligentes de forma artificial. Em que ponto estamos nesta aventura? Será que algum dia esses sistemas irão superar a inteligência dos seus criadores? Devemos temê-los? Existirão outras civilizações inteligentes na Galáxia?

Não é possível começar a história do zero. Mas é possível começá-la
a partir do agora. Que novos actores políticos — minorias, mulheres, jovens — marcam o nosso tempo? Como mover-nos entre a massa de novos documentos de uma expressividade e subjectividade nunca antes vista e que se seguiu à explosão das redes sociais? Como servem as ferramentas do presente para polémicas sobre o passado? A partir de 2019 tentaremos responder a todas essas perguntas.

Sabia que nas eleições europeias de 2014 houve um muito significativo crescimento eleitoral e da representação de forças políticas eurocépticas, nalguns casos populistas e até xenófobas e antissistema? E que todas as previsões apontam para que as eleições de 2019 conduzam a um Parlamento Europeu ainda mais fragmentado? Neste cenário, será mais difícil formar  maiorias que permitam entendimentos alargados, desde logo, para a eleição do Presidente da Comissão Europeia, e que garantam a prevalência de um pluralismo razoável.
 

A jornalista Maria João Costa conta o que não pode perder dos autores e livros que serão apresentados na Feira do Livro de Lisboa.
Programa gravado ao vivo e emitido no dia seguinte (sexta-feira), depois das 23h, na Edição Especial da Renascença.

Contraditório é um programa radiofónico da Antena 1 que junta, todas as sextas-feiras, os jornalistas António José Teixeira, Luísa Meireles e Raul Vaz, com moderação de João Barreiros.
Um debate sobre os principais temas da semana, com especial atenção para a política nacional.

Uma visão sobre a importância do álcool para o dealbar da humanidade e, mais tarde na História, sobre o papel fundamental da cerveja para o aparecimento da civilização e a disseminação de um modo de vida baseado no acúmulo e obtenção de reservas energéticas. Este é o percurso do macaco bêbedo, que desce das árvores para obter mais calorias dos frutos caídos, em fase de fermentação, e que, graças a isso, acabará por construir cidades, sobrepovoar o planeta e ir à ópera.

Vivemos num mundo perigoso. A globalização trouxe consigo uma multiplicação de oportunidades, mas também mais ameaças e riscos, do terrorismo transnacional às pandemias, para não falar no contágio das crises económicas. Portugal é um Estado com um território e uma população relativamente reduzidos, e com recursos naturais escassos. O país depende, há séculos, das suas relações com o exterior. Pode uma pequena potência como Portugal ter uma grande estratégia nacional? Terá a crise aguda vivida em Portugal, depois de 2011, resultado de uma ausência de estratégia? 

Em Portugal, a ciência cresceu de forma rápida e inédita nas últimas décadas. Temos hoje mais investigadores científicos do que nunca (e cerca de metade são mulheres), cujo trabalho tem muito mais impacto do que antes. Mas o seu estatuto profissional diminuiu. Só uma ínfima minoria dos doutorados consegue entrar para os quadros de uma universidade. Para os outros, a vida é semelhante à de um futebolista: têm de estar no clube certo em cada momento, poucos atingem um elevado grau de reconhecimento e a carreira pode estar acabada antes dos quarenta anos.

A vila medieval dá forma a um imaginário de rainhas e castelos, torna reais as capas de livros de estórias lidos em criança, confirma as ilustrações dos manuais da escola, lembra as lições do Salazar… Ou não. Espalhadas pelo território nacional, descuradas ou transformadas em programa de entretenimento ao ar livre, entre cascos de cavalos que puxam charretes de turistas ou carros comuns, em epicentros de especulação imobiliária, abandonadas ou deixadas estar, as vilas portuguesas da Idade Média convocam imaginários e materialidades, memória e esquecimento, encontros e perdas.

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