Praça da Fundação

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Praça da Fundação

A FFMS vai estar presente na Feira do Livro de Lisboa. Com apoio da Renascença e do Público, para além da TVI24, da RTP3, da Antena 3 e da CMTV. Conheça o programa completo.

Oferta de um ensaio por cada 10€ de compra e, na Hora H (2ª a 5ª feira, das 21h às 22h), na compra de um livro oferta de um ensaio. (Acção válida na compra de livros não assinalados. Oferta de um ensaio à escolha entre os títulos 1 e 69.)
A programação inclui as apresentações dos novos livros da Fundação, bem como emissões ao vivo de programas da Rádio Renascença, do Governo Sombra, do 360, da Prova Oral e da Liga D’Ouro.

Programa

Das 20h00 às 22h30, Júlio Heitor conduz a emissão da Renascença com música, sugestões, informações úteis e um olhar diferente sobre a música em directo da Praça da Fundação, na Feira do Livro de Lisboa. 
Na rúbrica “Disco Perdido”, às 20h00, António Jorge e um músico convidado recuperam as melhores memórias a partir de uma canção que não se ouvia há muito tempo e que vai saber bem recordar ao vivo com os seus protagonistas.
Será que ainda há alguma coisa por descobrir sobre os Beatles? Depois das 21h00, Luís Pinheiro de Almeida traz curiosidades e histórias nunca contadas sobre os “Fab Four”.
De seguida, não perca as Tertúlias destas sextas-feiras especiais, em que a nostalgia traz o melhor de tempos e acontecimentos que marcaram as nossas vidas: do Yé-Yé à Expo’98  que celebra, em Maio, o seu 20.º aniversário.

Mais do que destino de veraneio de lisboetas e alfacinhas, a Costa da Caparica é lugar habitado por gente e história, por quem lá nasceu ou escolheu viver, por episódios longínquos ou memórias recentes.
Da Costa é um flanar pelas praias e montes da Caparica. Vai à Cova do Vapor e sobe depois pelas quintas, vestígios das famílias fidalgas que vinham à Margem Sul desenfadar -se da corte e de Lisboa. 
O percurso termina no Bairro dos Cooperativistas, habitação construída para operários da Lisnave, para nos mostrar, a traço, ora definido, ora impressionista, os rostos de quem dá vida ao pequeno mundo da Costa da Caparica.

«Os tratamentos não resultam. Isso não tem solução.» Até há pouco tempo, esta era ainda a ideia dominante em relação às doença mentais. O preconceito em torno das doenças mentais, hoje menor mas ainda existente, tem marcado a agenda dos profissionais da área, desencadeado discussões sobre os programas de saúde mental e feito correr muita tinta. Subsistem muitos mitos e, sobretudo, continua a prevalecer, no espaço público, um nível de desinformação alarmante.

Nesta emissão especial em directo, das 16h00 às 20h00, Ana Galvão e José Pedro Frazão trazem-lhe toda a informação que importa levar para casa e as entrevistas que valem a pena ouvir.
Assista a uma mesa redonda sobre os gostos literários dos mais novos e descubra quem é o vencedor do “Miúdos a Votos”. Do livro mais fixe para os miúdos ao gosto dos veteranos da Feira vai um passo. Descubra ainda os livros preferidos de Júlio Isidro, na rubrica “Canto do Cota”. 
Depois das 19h00, os temas da actualidade que a Fundação Francisco Manuel dos Santos traz a debate nas suas publicações vão estar em destaque. 
Fique a par com o mundo e com uma análise dos grandes temas que marcam o dia. Há muitas surpresas ainda por revelar entre os temas e os convidados desta tarde ao vivo!

Numa emissão especial, em directo na Antena 3, Fernando Alvim conversa com Maria João Valente Rosa, directora da Pordata, sobre o novo Retrato Homens e Mulheres.
Quais as grandes diferenças entre homens e mulheres? Há mais mulheres do que homens? Quem casa mais cedo? Quem ganha mais? Espera-nos uma reflexão fundamentada nos dados estatíscos sobre as diferenças.

Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares, com moderação de Carlos Vaz Marques. 
O irremodelável Governo Sombra volta a reunir-se na Praça da Fundação, na Feira do Livro de Lisboa, para ler a actualidade, ao vivo, com acutilância e sentido de humor.

 

As cadeias portuguesas são «a casa» de milhares de cidadãos que cumprem pena de prisão. De que forma se vive dentro das suas quatro paredes, nas celas e nos espaços comuns, em maior ou menor reclusão? 
Pouco ou nada sabemos sobre essa «casa». No entanto, as condições do sistema prisional português — a sobrelotação das cadeias, o mecanismo de subornos e tráfico ilegal, para dar apenas dois exemplos — são tema recorrente nos debates em Portugal.
A partir de testemunhos de ex -reclusos, em contrapeso com a influência de magistrados, psicólogos, directores e guardas prisionais, o livro revisita a nossa ideia de vida de prisão, pela voz de quem, hoje em liberdade, conhece o dia a dia atrás das grades melhor do que ninguém.

Os governos passam, a administração pública fica. A percepção geral dos portugueses é de que as críticas à governabilidade do País permanecem também. Desconfiança, incapacidade de manter decisões para além do impulso inicial, lentidão e partidarização da administração pública reúnem-se na imagem que dela fazemos.
O autor, Secretário-Geral da Presidência do Conselho de Ministros de 2002 a 2016, acompanhou executivos de várias cores políticas e viu, por dentro e em posição privilegiada, como a administração pública realmente funciona. 
Dessa experiência nasce este retrato, rico em episódios que ilustram as causas do problema e foram o ponto de partida para a sugestão de cinco medidas que podem fazer com que a administração pública ganhe maior independência e eficiência, passando a ser parte, não do problema, mas da solução.

Com 1610 quilómetros de costa, o país é palco frequente de polémicas no sector das pescas. Seja por causa das quotas ou do preço do peixe; dos salários ou da «invasão» de barcos e peixe estrangeiros – os problemas parecem não ter fim à vista. No entanto, o que julgamos ser uma questão actual, é, na verdade, um imbróglio que vem muito de trás.
O debate sobre as pescas está viciado por mitos e meias -verdades sobre o condicionamento da Comunidade Europeia, a época áurea do Estado Novo ou o peso que perdeu na economia e na demografia. 
Com contributos de pescadores, armadores, cientistas e decisores políticos, esta é uma história das pescas portuguesas e um retrato do actual estado do sector, num ensaio que lança as bases para um debate urgente e sério sobre as pescas em Portugal.

A jornalista Maria João Costa conta o que tem que ver e não pode mesmo perder. De Norte a Sul, do Continente às Ilhas: as propostas culturais passam necessariamente pelos microfones da Renascença. 
Saiba tudo o que acontece nos palcos e nas artes. Maria João conversa com os protagonistas, dá a conhecer as histórias que envolvem os projectos em destaque e mostra-lhe tudo o que não pode perder. Dos livros às exposições, do teatro e da música às grandes estreias de cinema. 
Nas emissões ao vivo com a Fundação Francisco Manuel dos Santos, na Feira do Livro de Lisboa, o destaque vai para os autores e os livros que não pode perder.
Programa gravado ao vivo e emitido no dia seguinte (sexta-feira), depois das 23h, na Edição Especial.

Das 20h00 às 22h30, Júlio Heitor conduz a emissão da Renascença com música, sugestões, informações úteis e um olhar diferente sobre a música em directo da Praça da Fundação, na Feira do Livro de Lisboa.
Na rubrica “Disco Perdido”, às 20h00, António Jorge e um músico convidado recuperam as melhores memórias a partir de uma canção que não se ouvia há muito tempo e que vai saber bem recordar ao vivo com os seus protagonistas.
Será que ainda há alguma coisa por descobrir sobre os Beatles? Depois das 21h00, o Luís Pinheiro de Almeida traz curiosidades e histórias nunca contadas sobre os “Fab Four”. 
De seguida, não perca as Tertúlias destas sextas-feiras especiais, em que a nostalgia traz o melhor de tempos e acontecimentos que marcaram as nossas vidas: do Yé-Yé à Expo’98 que celebra, em Maio, o seu 20.º aniversário.

Se a realidade tantas vezes supera a ficção, ninguém nos condenará por dizermos que a ficção cinematográfica fixa outras tantas o real. 
Como dizia Manoel de Oliveira, o cinema não existe: constrói, fixa, conta histórias individuais e colectivas. Na era pós Big Brother, do imediatismo e do instantâneo, esquecemo -nos que a realidade não passa em directo: a História do mundo e do Homem é, há milénios, feita da arte de contar. 
Numa incursão que parte dos irmãos Lumière e percorre o século xx, este é o ensaio sobre um instrumento que conta as nossas histórias e nos permite pertencer à realidade dos seres e lugares filmados. Esta é uma viagem que nos junta a todos na mesma máquina do tempo e no desejo que o cinema cria e concretiza: querer voltar a casa, quando nos contam o real.

Emissão especial dedicada ao mundial de futebol, antevendo a participação e o percurso da selecção nacional na prova.

Ao longo da tarde, a RTP3 fará reportagem da Feira do Livro. 
Das 21h00 às 23h00, o programa informativo 360 estará em directo da Praça da Fundação com a jornalista Teresa Nicolau e os seus convidados: José Tolentino de Mendonça e Ana Margarida de Carvalho.

A jornalista Maria João Costa conta o que tem que ver e não pode mesmo perder. De Norte a Sul, do Continente às Ilhas: as propostas culturais passam necessariamente pelos microfones da Renascença. 
Saiba tudo o que acontece nos palcos e nas artes. Maria João conversa com os protagonistas, dá a conhecer as histórias que envolvem os projectos em destaque e mostra-lhe tudo o que não pode perder. Dos livros às exposições, do teatro e da música às grandes estreias de cinema. 
Nas emissões ao vivo com a Fundação Francisco Manuel dos Santos, na Feira do Livro de Lisboa, o destaque vai para os autores e os livros que não pode perder.
Programa gravado ao vivo e emitido no dia seguinte (sexta-feira), depois das 23h, na Edição Especial.

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