Documentário «Juventudes»
Questões Sociais

Documentário «Juventudes»

11 e 14 abril 2022

2022

11 abril
21h00 - 21h30
RTP1

2022

14 abril
21h00 - 21h30
RTP1

Documentário «Juventudes»

São frequentemente vistos como os inconformados, os idealistas, fontes de mudança e de progresso. São as crianças do passado e os adultos do futuro e representam hoje cerca de 21 por cento da população do país. São cada vez menos.

Os jovens portugueses enfrentam hoje importantes desafios: a construção de um percurso laboral estável, a saída da casa dos pais e a constituição de família são alguns deles. Mas há motivos para ter esperança Eles são também a geração mais escolarizada de sempre, a mais apetrechada com ferramentas digitais e a que vive num mundo cada vez mais global. A participação cívica destes jovens e muitas das causas que abraçam tem, por isso, o poder de nos fazer acreditar num futuro mais justo, sustentável e igualitário. Quem são os jovens portugueses de hoje? As respostas neste documentário da Fundação emitido em duas partes: dias 11 e 14 de Abril às 21h, na RTP1. Com narração do jornalista Carlos Daniel.

Programa

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RTP1

  • 21h00
    Documentário «Juventudes» 1ª parte
    Já apelidaram os jovens de hoje de geração precária, de geração Erasmus ou de geração digital. São os mais qualificados de sempre e estão mais conectados do que nunca. Mas enfrentam também dificuldades de entrada no mercado de trabalho, de saída de casa dos pais e de constituição de família. Objetivos que, por vezes, só atingem a muito custo. Quem são os jovens portugueses de hoje?

RTP1

  • 21h00
    Documentário «Juventudes» 2ª parte
    As alterações climáticas, uma enorme dívida pública e a sustentabilidade da Segurança Social são heranças que as anteriores gerações deixaram aos jovens portugueses de hoje. E estando em inferioridade numérica em relação à restante população, estes jovens nem sempre têm o peso necessário para intervir politicamente no futuro do país. A sua participação cívica, a crescente digitalização e o facto de habitarem um planeta mais global dão-nos, no entanto, motivo para ter esperança.
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