Orçamento, economia e democracia: uma proposta de arquitectura institucional
Economia e Políticas Económicas

Orçamento, economia e democracia: uma proposta de arquitectura institucional

15 outubro 2018
Orçamento, economia e democracia: uma proposta de arquitectura institucional
Com transmissão de streaming

2018

15 outubro
14h30 - 18h30
Auditório do Tribunal de Contas
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Orçamento, economia e democracia: uma proposta de arquitectura institucional

Apresentação do novo estudo da Fundação, da autoria de Abel Mateus, André Azevedo Alves, Catarina Leão, Francesco Franco, José Tavares e Rita Calçada Pires.

O Orçamento do Estado, que mobiliza quase metade do PIB português, deve transformar-se num instrumento de gestão global e de avaliação de performance dos serviços públicos. O sistema fiscal está necessitado de modernização. O controle democrático e administrativo tem que ser reforçado. E a Política Orçamental deve evitar as crises que levaram o País já por três vezes a recorrer à ajuda externa, e contribuir efectivamente para a estabilização da economia e para uma sociedade mais justa. Os autores do estudo apresentam as diversas abordagens ao orçamento: a formulação do Orçamento; a apreciação preliminar da proposta de Orçamento pelas entidades competentes; o controlo democrático exercido pela Assembleia da República; a execução orçamental propriamente dita; e, finalmente, o controlo legal e constitucional, tal como a auditoria do Tribunal de Contas.

Sabia que o Estado português é hoje o terceiro mais endividado da União Europeia? Em finais de 2017 a dívida pública era de 125,7% do PIB, depois da Grécia e Itália.

Sabia que o peso dos impostos e contribuições (carga fiscal) no PIB subiu de 37% em 1995 para 43,8% em finais de 2017? E que se estima que o peso da carga fiscal em finais de 2018 seja de 43,5%?

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