Apresentação do estudo «Igualdade de género ao longo da vida»
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Apresentação do estudo «Igualdade de género ao longo da vida»

28 maio 2018
Sessão de abertura

2018

28 maio
14h30 - 18h00
Sala Lisboa do ISCSP/ULisboa
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Apresentação do estudo «Igualdade de género ao longo da vida»

Estudo coordenado pela socióloga Anália Torres (ISCSP-ULisboa) que analisa as desigualdades de género em Portugal em comparação com os restantes países europeus.

Apresentação do estudo 'Igualdade de género ao longo da vida', coordenado pela socióloga Anália Torres (ISCSP-ULisboa), seguido de um debate com especialistas sobre o tema da igualdade de género: Teresa Fragoso, Presidente da Comissão para a Igualdade de Género, Teresa Pizarro Beleza, directora da FDUNL, Vítor Sérgio Ferreira (ICS-ULisboa) e Manuel Lisboa (FCSH-UNL), sociólogos. Este estudo procura mapear as desigualdades de género em Portugal em comparação com os restantes países europeus. Com isso em mente, a equipa de investigação traçou perfis de mulheres e de homens em três idades da vida: a infância e juventude (até aos 29 anos); a “rush hour of life” (dos 30 aos 49 anos); e a fase tardia da vida adulta (entre os 50 e os 65 anos). O género e a idade têm um grande impacto nas percepções individuais, nas expectativas sociais e nas relações de poder. A verdade é que, sendo transversais, as desigualdades de género tendem a produzir efeitos muito diferentes consoante as classes sociais, as gerações e as regiões analisadas. Será que o género condiciona as oportunidades concedidas às mulheres? Como se reparte o trabalho remunerado e não remunerado – nomeadamente o tempo despendido a cuidar da casa e da família – entre homens e mulheres? E será que a recente crise económico-financeira afectou diversamente homens e mulheres no que toca ao desemprego, aos salários e à precariedade? O estudo responde a estas e outras perguntas.

Sabia que as mulheres europeias dedicam quase o dobro do tempo dos homens a cuidar da casa e da família?

Sabia que as mulheres tendem a receber menos e a enfrentar situações laborais mais precárias do que os homens em quase toda a Europa?

Sabia que a criminalidade, a morte por violência e o suicídio são muito mais frequentes em homens, enquanto a violência doméstica é esmagadoramente infligida por homens contra mulheres?

Sabia que a maioria dos empresários, dirigentes e profissionais liberais europeus são homens, apesar de as mulheres estudarem (em média) mais do que os homens?

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