Mês da População 2016
Ciclo de Conferências

Mês da População 2016

6 a 12 maio 2016

Padrões e tendências dos nascimentos e fecundidade em Portugal

Portugal regista actualmente um dos mais baixos níveis de fecundidade da Europa e do mundo, resultado da redução dos nascimentos e do adiamento da parentalidade para idades mais tardias. Hans Rosling, fundador do Gapminder, elegeu mesmo o número de filhos por mulher como o dado mais saliente sobre o Portugal de hoje.

A sociedade em que vivemos é composta pela população que formamos, pelas relações que estabelecemos e pelas nossas circunstâncias históricas, nacionais e internacionais. A população... somos nós! É, por isso, um tema que interessa todos. Pensar e construir a sociedade, exige o conhecimento das tendências demográficas em curso e os seus efeitos sobre as próximas gerações. Inspirados neste conceito e na necessidade de sensibilizar e promover um debate, tão alargado quanto possível, sobre as questões da população, a Fundação dedica o mês de Maio à População. Portugal regista actualmente um dos mais baixos níveis de fecundidade da Europa e do mundo, resultado da redução dos nascimentos e do adiamento da parentalidade para idades mais tardias. Hans Rosling, fundador do Gapminder, elegeu mesmo o número de filhos por mulher como o dado mais saliente sobre o Portugal de hoje. Assim, em Maio de 2016, o Mês da População focou-se nos nascimentos e fecundidade em Portugal. Nesse âmbito, realizaram-se quatro grandes debates, com uma periodicidade semanal, sobre as várias dimensões do tema: Os filhos são boa política? Mais vale tarde do que nunca? Filho único: menos é mais? Quem manda ter filhos?

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