Os caminhos singulares da “guineização”

Do golpe em Bissau às experiências das novas democracias africanas

Nenhum governo eleito da Guiné-Bissau chegou ao fim do seu mandato. Em Abril passado um golpe militar voltou a interromper um processo eleitoral. Mas a experiência da antiga colónia portuguesa está longe de reflectir uma regra africana. Basta pensar que o continente teve, nas décadas de 60, 70 e 80, em média, por década, 22 golpes de Estado. Nos anos 90, este número desceu para 12 e de 2000 a 2006 África tinha tido apenas cinco golpes de Estado.
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