Em curso
A participação de Portugal nas decisões da UE
Os circuitos de participação e influência nos processos multinacionais de decisão.
Pretende analisar e avaliar a participação de Portugal (tanto do Estado e das instituições públicas, como das organizações privadas e profissionais) nas decisões europeias. Pretende-se determinar melhor o método e a eficácia da participação portuguesa nos processos multinacionais de decisão. Estes, tal como estão desenhados, oferecem a cada país, a cada Estado e às organizações privadas interessadas, uma grande variedade de oportunidades e de circuitos de participação e de possibilidade de influenciar as decisões.
- Coordenação e Autoria
- Richard Rose e Alexander Trechsel - Instituto Universitário Europeu de Florença, EUI.
- Equipa
- Conselho Consultivo: Miguel Poiares Maduro*, José Tavares, Marina Costa Lobo, Pedro Magalhães, José Pena do Amaral, Jorge Vasconcelos e Álvaro Mendonça Moura.
* Mandato suspenso por exercício de funções governamentais
Projecto
Procura-se responder a uma pergunta simples: “Em que medida tem Portugal sabido defender e fazer valer os seus interesses neste cada vez mais complexo processo europeu de decisão?”.
Analisa-se e avalia-se a participação de Portugal (tanto do Estado e das instituições públicas, como das organizações privadas e profissionais) nas decisões europeias. Pretende-se determinar melhor o método e a eficácia da participação portuguesa nos processos multinacionais de decisão. Estes, tal como estão desenhados, oferecem a cada país, a cada Estado e às organizações privadas interessadas, uma grande variedade de oportunidades e de circuitos de participação e de possibilidade de influenciar as decisões. Assim, procurar-se-á estudar em particular certos agentes de decisão ou de participação como o Conselho Europeu, a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu, do lado da União Europei e do lado de Portugal, o papel do Governo e da Administração Pública, das organizações profissionais, empresariais e sociais e dos cidadãos em geral. Será prestada particular atenção à comparação entre Portugal e outros países de pequena e média dimensão. Pretende-se medir as diversas formas de exercício do poder e de influência, tanto do Estado, do Governo, do Parlamento e de todas as instituições públicas, como também das organizações civis e privadas (económicas, empresariais, associativas, profissionais, etc.).
Resultados
Sumário executivo, relatório técnico e um resumo deste, para divulgação generalizada pela população, redigida, tanto quanto possível, em linguagem clara, não académica e não científica.

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