Luciano Amaral Economia Portuguesa, as últimas décadas
   

Economia Portuguesa, as últimas décadas

de Luciano Amaral

O autor enuncia as difíceis escolhas políticas que os portugueses têm pela frente. Ler mais

3,50 5€ na versão capa dura

À venda nas principais livrarias e cadeias
Pingo Doce, Continente e El Corte Inglês.

(9)
  voltar

Economia Portuguesa, as últimas décadas

de Luciano Amaral

Depois de um longo período de optimismo entre 1986 e 2000, o pessimismo sobre a economia portuguesa está de regresso. Há razões para isso: nos últimos dez anos, em comparação com os países mais ricos, perdemos um terço do caminho que havíamos recuperado até ao ano 2000.
Continuamos em plena década perdida. Neste livro, a evolução da economia portuguesa é analisada desde os anos finais do Estado Novo até à actualidade. Conclui-se que, se desde o 25 de Abril convergimos muito rapidamente em termos institucionais com a Europa desenvolvida (na instauração da democracia e do Estado-Providência), o mesmo não sucedeu em termos económicos. O balanço é decepcionante e as perspectivas de futuro nada animadoras.
Para a resolução do seu problema económico, o país necessita de se confrontar com decisões políticas extremamente complexas e de grande alcance, que não se vislumbra que venham a ser tomadas nos próximos tempos. A década perdida aqui está – e parece que veio para ficar.

Uma edição FFMS e Relógio d'Água.

Edição de 2010

voltar  

Luciano Amaral

 

Luciano Amaral nasceu em 1965 no Porto. É licenciado em História pela Universidade Nova de Lisboa e doutorado em História e Civilização pelo Instituto Universitário Europeu de Florença, com especialização na área de História Económica. Tem-se dedicado sobretudo ao problema do crescimento económico em Portugal no período do pós-guerra.
Ensina na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e foi colunista regular, entre 2005 e 2009, dos jornais O Independente, Diário de Notícias e Meia Hora. Desde 2009, escreve no jornal Metro.

 
A sua visão do futuro de Portugal é de um grande cepticismo. Tendo já estudado fora, tem vontade de voltar a sair do país?

Sim, mas não para fugir do país. Comparando com os outros dois onde vivi (Itália e Inglaterra), Portugal é o país em que me sinto melhor (o que não quer dizer que seja o melhor).

Escrever para todos os que desejam ser informados: acha que é a maioria da população?

Acho que sim. Muitas vezes o problema está do lado de quem deveria informar, constituído por pessoas que não conseguem sair do código cifrado da sua especialidade (ou que então se protegem deliberadamente atrás dele, assim evitando maior escrutínio público).

Como encara a perspectiva de ver o seu ensaio tanto em livrarias como na caixa de pagamento de um supermercado, por exemplo?

Encaro bem. Porque deveria encarar mal?